O que é nutrição comportamental?
Postado em 16/05/2023 às 10h:26
Caso você esteja buscando emagrecer por conta própria, é provável que já tenha se deparado com diversas dietas populares que prometem uma rápida perda de peso.
Entretanto, é importante ressaltar que esse processo é bastante complexo, que abrange aspectos além da nossa alimentação e das atividades físicas.
A forma como as pessoas se relacionam com a comida está se tornando cada vez mais complicada. A sensação clássica de culpa após uma refeição e a dificuldade em manter ou reduzir o peso são apenas algumas das consequências dessa relação tumultuada.
Há outro aspecto a se levar em consideração mesmo entre as pessoas que possuem conhecimento dos princípios de uma alimentação saudável: a mudança de hábitos e comportamentos.
Para atender esse nicho, surgiu a necessidade de uma área específica dentro da nutrição – a Nutrição comportamental.
Essa abordagem se concentra não apenas nos aspectos físicos da alimentação, mas também nos aspectos psicológicos e comportamentais relacionados ao comer.
É considerado que as escolhas alimentares são influenciadas por fatores além da simples necessidade nutricional, como emoções, hábitos, ambiente social e cultural, crenças pessoais e experiências passadas.
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A nutrição comportamental envolve um ponto de vista individualizado, onde o especialista trabalha para compreender as necessidades específicas, compulsivas, hábitos, metas de saúde de cada paciente, visando promover mudanças duradouras no estilo de vida e no vínculo com a comida a longo prazo.
Seu objetivo principal é ajudar as pessoas a desenvolverem uma relação sadia com a comida, equilibrando o prazer de comer com uma alimentação saudável, ao invés de se concentrar em dietas restritivas ou contar calorias.
Alguns dos princípios dessa abordagem incluem:
– Escutar os sinais de fome e saciedade do corpo, aprendendo a comer quando está com fome e parar quando está satisfeito.
– Identificar e lidar com os gatilhos emocionais para comer, como comer por tédio, estresse ou tristeza.
– Cultivar uma relação saudável com os alimentos, sem classificar os alimentos como “bons” ou “ruins” e permitindo desfrutar de alimentos prazerosos em moderação.
– Desenvolver consciência sobre os próprios padrões e comportamentos alimentares observando as escolhas e os sentimentos associados a eles.
– Promoção de uma alimentação baseada em variedade e equilíbrio, priorizando alimentos nutritivos, mas também permitindo-se flexibilidade e prazer.
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